O que sabemos sobre a epilepsia hoje

O diagnóstico da epilepsia é essencialmente clínico e pode ser feito em contextos não especializados a partir de um histórico adequado e exame clínico, para o qual existe uma classificação internacional que facilita seu tratamento.

Read more...

Onus, prevalencia e mortalidade

A epilepsia representa 0,5% do ônus mundial das doenças, medido em anos de vida ajustados em função da incapacidade (AVAI), e 80% desse ônus corresponde a países em desenvolvimento. O ônus desse transtorno no plano regional representa 0,7%; a distribuição por sexo não resulta em diferenças significativas; o maior ônus, correspondente a 2,8%, é registrado na faixa etária de 5 a 14 anos. Os Estados Unidos e o Canadá têm um ônus inferior correspondente a 0,4% em relação à América Latina e Caribe, que é 0,9%.

Read more...

Meios auxiliares de diagnostico

O eletroencefalograma (EEG) é uma ferramenta útil para o diagnóstico e a classificação de síndromes epilépticas. A disponibilidade do EEG é limitada em muitos países e o monitoramento vídeo-eletroencefalográfico só está disponível em alguns poucos centros especializados.

Read more...

Tratamento e reabilitacao

A maioria dos países da América Latina e Caribe dispõem dos quatro fármacos básicos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina e ácido valproico), porém destinados apenas aos níveis secundário e terciário. A dotação destes quatro antiepilépticos é essencial se considerarmos que, em até 70% dos casos, é possível controlar as crises com esquemas de monoterapia com esses fármacos. Em 1990, a OMS determinou que o custo médio de medicação (usando fenobarbital) poderia ser de apenas 5 dólares ao ano por pessoa.

Read more...

Programas e servicos

Os dados disponíveis mostram que apenas 34% dos países da América Latina e Caribe informaram que tinham programas nacionais de atenção à epilepsia. Entre os principais problemas na oferta de serviços às pessoas com essa doença, figuram as limitações na identificação, tratamento e acompanhamento na atenção primária à saúde. Muitos países não dispõem de protocolos de intervenção ou os existentes estão desatualizados.

Read more...

 

Direitos humanos das pessoas com epilepsia